«2014 é um ano de esperança»

Trocou a SIC pela Correio da Manhã TV, em março, e não pode estar mais feliz com a decisão que tomou. Maya faz um balanço da sua aposta profissional e traça as previsões para os signos em 2014.

Apresenta com Nuno Graciano as manhãs do canal e gosta da diversidade de experiências que o programa lhe tem proporcionado. Em vésperas do final do ano, a taróloga mais famosa do país traça o melhor que 2014 nos reserva e acredita que o novo ano trará uma nova esperança aos portugueses.

Começou a trabalhar na Correio da Manhã no início do ano?

O canal foi inaugurado no dia 17 de março. Eu e o Nuno Graciano fizemos a gala de abertura em Viseu e já não parei mais desde aí.

Tem estado a assegurar as manhãs da CMTV?

O programa começou por se chamar “Despertar CM”, começava às 7 da manhã e ia até às 11horas. Como a vocação do canal é a informação, o horário foi restruturado e o programa passou a chamar-se “Manhã CM”, e começamos às 8h45 e vamos até às 11h45, ou seja, mais de acordo com os horários habituais dos programas da manhã.

Mesmo assim três horas diárias em direto.

Estou a adorar. Nem dou pelo tempo passar... Os conteúdos sucedem-se, temos sempre bons convidados e bons temas e o programa também é entrecortado pela informação à hora certa, com as notícias da pivô Cátia Nobre.

Tem outras colaborações nos programas do canal?

Faço uma “perninha” no painel da tertúlia do Flash Vidas, às terças, quintas e sextas. Nesses dias termino às 12H30.

Que balanço faz desta experiência?

É um balanço ótimo. Eu e o Nuno já conhecíamos algumas pessoas da equipa, nomeadamente, o Carlos Rodrigues e o Francisco Penim, com quem já tínhamos trabalhado na SIC. Aliás, penso que o facto de me terem escolhido a mim e ao Nuno foi uma escolha segura porque já tínhamos trabalhados muito tempo juntos.

É bom trabalhar com pessoas que conhecemos bem.

Dá muito conforto ter essas pessoas na retaguarda e até a equipa técnica, que é muito jovem, tem-nos feito ganhar bons amigos e proporcionado um belíssimo ambiente de trabalho. Sem esquecer o nosso director, Otávio Ribeiro, que é, acima de tudo, um amigo, e, por isso, a proximidade é tão grande que nos permite abordar todos os assuntos.

A estação tem tido bons resultados?

Cumprimos em oito meses os objetivos que tínhamos para dois anos, o que é muito estimulante.

E agrada-lhe o trabalho que faz aqui?

A mim agrada-me sempre trabalhar. Sou uma taróloga e uma comunicadora. Posso também considerar-me uma apresentadora, embora não seja uma apresentadora de raiz, já tinha apresentado durante dois anos o Contacto com o Nuno Graciano, na SIC, dupla que foi na altura muito bem sucedida.

Quando saiu da SIC já tinha o seu programa.

É verdade. Tinha as Cartas da Maya, embora fosse uma apresentação com uma vertente muito técnica. Quando se é bom comunicador, a apresentação flui e é agradável. Aqui temos tido bom retorno por parte do público, e é muito gratificante receber grandes nomes como Nicolau Breyner, Ângelo Rebelo ou Júlio Isidro que ainda recentemente foram nossos convidados.

Gosta deste registo?

Gosto. É sempre muito agradável receber mais do que aquilo que damos.

À tarde continua a dedica-se ao tarot?

Sim. Continuo a fazer as minhas consultas quer presencialmente em Lisboa e Porto, quer telefonicamente para todo o país e estrangeiro.

Ligam-lhe de que partes do mundo?

É impossível dizer todos os países, mas ligam-me da África do Sul, Luxemburgo, Austrália, Canadá, França, Bélgica... ou seja, onde houver um português. Tenho o grande privilégio de ter a confiança dos nossos emigrantes que gostam francamente de mim, talvez porque tenho uma abordagem muito direta. Sou, como costumo dizer, pão-pão-queijo-queijo. E as pessoas gostam, quando fazem uma consulta, de ficar esclarecidas, e eu julgo que consigo clarificar a situação das pessoas que me procuram.

Que avaliação faz do novo ano?

2014 é um ano mais facilitado do que os dois últimos. Embora os desafios e a crise continuem a existir, há algumas melhorias a nível macroeconómico, e também uma melhor adaptação das pessoas à crise. Ou seja, no primeiro ano houve um choque, no segundo a consciencialização de que era preciso fazer algumas mudanças, e, neste terceiro ano, as pessoas já se adaptaram e têm instrumentos e recursos de união e expansão para lidar melhor com a vida.

Há algum signo mais difícil?

Não há conjunturas muito negativas, há sim conjunturas mais facilitadas com os signos que colhem melhores influências e lhes permitem evoluir mais rapidamente ou lidar melhor com as coisas, há outros signos que estão mais ao sabor das circunstâncias, que têm uns meses mais favoráveis e outros menos, são os do meio termo, e, finalmente, há o Aquário com uma conjuntura mais difícil, embora não seja uma conjuntura grave.

Acaba de fazer um novo livro de previsões?

É o Guia Astrológico - Previsões 2014, que está à venda em todo o país, por apenas 2.99€, e que, para além das previsões astrológicas tem as características gerais e o comportamento sexual de cada signo, terapias como o reiki, a litoterapia (tratamento com pedras) e alguns chás para as pessoas se sentirem melhor, e os presentes adequados a cada signo. Finalmente, tem um estímulo energético para as pessoas poderem potenciar as suas energias com uma mandala que eu criei. 

AS PREVISÕES DA MAYA

CARNEIRO: A carta 21 indica que vai ser um ano de crescimento e consolidação para Carneiro, um signo que gosta de desafios, e por isso tem de estar atento às oportunidades para as aproveitar, já que todas as decisões passam por ele.

TOURO: Tem a carta 10, a Roda da Fortuna, que permite oportunidades e desafios para Touro, logo pode trazer algumas mudanças.

GÉMEOS: Com a carta 7, o Carro, uma carta de progressos, já que o carro tem um caminho que não é facilitado mas desde que a pessoa tenha convicção consegue levar este carro a bom porto. Não é um ano de facilidades, mas sim de superação.

CARANGUEIJO: Com uma das melhores cartas este ano, a Imperatriz, uma carta de expansão, ou seja, iniciativas que em anos anteriores não deram resultado, podem dar certo agora, quer na vida profissional quer nos afetos.

LEÃO: Carta 20, o Julgamento, é uma carta de cautelas, muito racional, logo, é preciso ter cuidado. Embora seja uma carta positiva não pode entrar em facilitismos: tem de observar e fazer as coisas com rigor.  Leão pode ter um ano bom se usar a cabeça.

VIRGEM: Tem a carta 2, a Papisa, uma carta de conhecimento em que tem sobretudo de melhorar as suas aquisições técnicas, ouvir os outros, estudar muito, estar atento e não dar passos em falso. Vai ser um ano bom para negociações.

BALANÇA: Carta 8, a Justiça. Vai ser um ano para arrumar as coisas já que a Justiça permite ajustar, logo a Balança vai poder ajustar a sua vida e saber com o que conta. É o ano ideal para formalizar situações, logo um ano positivo no seu conjunto.

ESCORPIÃO: Tem a carta 14, a Temperança, um ano bom para Escorpião crescer, para domar instintos e não ter pressa, ou seja, deve seguir o ritmo natural das coisas. Não é um ano como Escorpião gostaria,  mas não deixa de ser um ano saudável embora de alguma contenção .

SAGITÁRIO: Com a carta o Mago, vai ser um ano positivo, cheio de atividades comerciais, um ano de pequenos projetos. Sagitário não pode dar passos maiores do que a perna; pode brincar, comunicar, criar, namorar, mas cuidado com os vínculos, porque não é um ano de grandes compromissos, é antes um ano de aprendizagem.

CAPRICÓRNIO: É o signo mais protegido em 2014. Tem a carta 17, a Estrela, e portanto, aconteça o que acontecer, há-de sempre haver uma estrela a brilhar. Se tiver uma situação de desemprego, vem uma solução melhor a seguir, se tiver uma deceção sentimental, é porque há melhor, se tiver uma doença, não é grave, isto porque a Estrela é uma carta de proteção. Diria mesmo que há muitos anos que Capricórnio não tinha uma conjuntura deste tipo.

AQUÁRIO: É o signo menos protegido com a carta 9, o Eremita, ainda assim uma carta positiva embora não possa dar passos em falso, nem pode estar numa primeira linha, tem de meditar e refletir, e até pode ter de se afastar para saber o passo que deve dar a seguir, ou seja, é uma carta que limita o espírito de Aquário.

PEIXES: Tem a carta 13, a Morte, uma carta de corte, de mudança e de criação de novos ciclos, de deixar para trás coisas menos positivas e iniciar novos ciclos voluntariamente. Esta Morte coloca Peixes nas suas mãos, ou seja, vai ser um ano em que Peixes fará o que entender ser melhor para ele próprio, cortando radicalmente com situações que lhe são negativas.

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