Estar de férias e fazer hemodiálise

Viver com a doença renal crónica é conviver diariamente com uma patologia que envolve uma terapia substitutiva que obriga os doentes a fazerem hemodiálise pelo menos três vezes por semana.
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É por isso uma doença que nos prende a um determinado lugar, mais concretamente à clínica onde ciclicamente os doentes procedem ao tratamento essencial à sua sobrevivência.

Sendo este um quadro bastante condicionante, o tempo de férias, que traz consigo a esperança de tempo livre passado entre os que mais gostamos, traz também, nestes casos em particular, novos dilemas.

Que férias podem ter um doente renal e a sua família, quando este precisa de fazer tratamento dialítico com regularidade? A boa notícia é que é possível ser um doente renal e fazer férias noutro lugar do país ou até no estrangeiro com toda a segurança e eficácia médica, graças ao Programa “Diálise em Férias”, da Diaverum.

A Diaverum é uma multinacional de origem Sueca, presente em Portugal, onde disponibiliza cuidados renais a cerca de 2900 doentes nas suas 25 clínicas, fazendo parte da rede de prestadores convencionados do Ministério da Saúde. Na Diaverum, há muito que os cuidados integrados e uma profunda preocupação para com o bem-estar dos doentes numa ótica holística fazem parte dos seus objetivos, para além da excelência do tratamento médico que a caracteriza mundialmente.

O Programa “Diálise em Férias” tem permitido dirimir o impacto psicossocial da doença renal crónica, nomeadamente o estado de dependência e de prostração que a sua doença acarreta para o doente e para a sua família. Esse impacto pode ser mitigado pela experiência de ir de férias o que permite aos doentes reconquistar alguma normalidade nas suas vidas. 

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