A gordura feminina

As principais causas e as soluções mais eficazes para controlar este problema

A maioria das mulheres acumula gordura na região das ancas e glúteos. A essa distribuição de gordura corporal atribui-se o nome de gordura ginóide, ou seja, o formato de pêra. A massa gorda acumulada na região superior do corpo, barriga, peito e costas denomina-se de andróide e tem a forma de uma maçã.

Actualmente, a investigação científica evidencia um maior risco de doença cardiovascular nas mulheres que apresentam um perímetro da cintura superior a 88 cm, uma vez que indicia a presença de gordura visceral (gordura nos órgãos da cavidade abdominal). Por essa razão, as mulheres com uma distribuição de gordura em formato de maçã têm um perfil de risco superior às mulheres com gordura nas ancas e glúteos, sendo já assumido, junto da comunidade científica, que este tipo de gordura pode ser protectora da doença cardiovascular.

A boa notícia é que a gordura mais prejudicial à saúde é também aquela que se elimina mais facilmente visto que é mais sensível à acção de determinadas hormonas que promovem a utilização dessa fonte de energia.

O problema e a solução

Independentemente do risco que oferece, a gordura localizada é sempre um factor perturbador para mulheres que se preocupam com a sua imagem. Uma das soluções para este problema poderá estar na remoção cirúrgica da gordura localizada dessas regiões, que, apesar de eficaz, é um método muito intrusivo.

Outro método que proporciona resultados eficazes (sem ser intrusivo) é o emagrecimento de uma forma saudável através da ingestão de menos calorias e do dispêndio calórico aumentado através da actividade física.

Neste tipo de abordagem os efeitos são conseguidos ao longo do tempo e a alimentação saudável e a prática de actividade física são compromissos para o resto da vida, sendo os efeitos reversíveis na sua ausência.

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