Restrição calórica reduz mortalidade

Saiba por que deve comer menos para não prejudicar a sua saúde

A maioria dos portugueses ingere diariamente uma quantidade de alimentos maior do que a que seria desejável, tendo em conta as necessidades físicas do organismo.

Comer mais do que o necessário inunda o organismo de triglicerídeos, de glicose, de homocisteína e de mediadores
pró-inflamatórios, resultando em envelhecimento precoce e acelerado. Estudos realizados durante 20 anos mostram que a restrição calórica conduz a uma mortalidade três vezes menor.

Estas são, segundo Luís Romariz, médico especialista em medicina anti-envelhecimento, Fundador do Instituto Médico NewAge, no Porto, algumas das principais vantagens da diminuição da ingestão de calorias em cerca de 30 por cento, sob orientação médica e otimizada com suplementos alimentares:

- O corte deve incidir nos hidratos de carbono de médio ou elevado índice glicémico (pão, batata, açúcar, mel e frutos tropicais, entre outros), para a ingestão de 1000 calorias diárias.

- Os efeitos benéficos da restrição calórica para o organismo incluem o bloqueio dos fatores da inflamação, a diminuição da glicemia e do metabolismo das gorduras e dos hidratos de carbono, a inibição do desenvolvimento tumoral, a melhoria do glicocálix endotélial (rede glicoproteica que protege as artérias e ajuda a controlar a sua resposta a fatores ambientais) e do sistema cardiovascular, da qualidade da pele e desempenho cerebral e o aumento de energia e bem-estar.

- Os efeitos são mensuráveis nos principais biomarcadores de doença cardiovascular e degenerativa, com uma redução acentuada da produção de radicais livres. Podemos acelerá-los suplementando com metformina, resveratrol, quercetina, extrato de grainha de uva e chá preto e fazendo exercício físico hormonalmente validado por um especialista em medicina antienvelhecimento. Este programa mostrou ser capaz de prolongar a longevidade, ativando a enzima sirtuina 2, que ativa os genes da longevidade.


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