Os benefícios do peixe e do marisco

Uma análise aos pratos mais apreciados nesta época do ano

O recorde vem do outro lado do planeta mas as ferramentas para o atingir estão ao alcance de todos nós. Desde 1985 o Japão detém o recorde do país com a maior longevidade, sobretudo no sexo feminino, colocando a fasquia acima dos oitenta e cinco anos de idade.

Mas como terão conseguido esta proeza? Segundo alguns especialistas, deve-se a um estilo de vida saudável e a uma dieta equilibrada baseada no consumo de peixe.

Tal como o oceano, também a variedade de animais marinhos que podem enriquecer a nossa alimentação estende-se a perder de vista. Por isso, desafiamo-lo a viajar connosco pelas águas e descobrir que frutos tem o mar para nos oferecer. A riqueza da sua variedade é impressionante.

A origem das espécies

Rico em proteínas e com um teor mais elevado de água, o peixe é um bom substituto da carne e considerado por muitos um alimento completo. Existem inúmeros tipos de peixe, contudo, sejam provenientes de água doce ou salgada, estes podem ser divididos, do ponto de vista alimentar, em duas categorias principais: os gordos e os magros. Longe de discriminá-los pela aparência física, esta distinção permite saber quais contêm mais gordura na sua carne e pele (o atum, a sardinha e o salmão) e quais a concentram no fígado, como por exemplo, o bacalhau, a dourada, o tamboril, a truta ou o linguado.

Na família dos frutos do mar os graus de parentesco são mais complexos. Em termos globais podemos agrupá-los em duas equipas. Os crustáceos, cujo corpo é coberto por uma carapaça (como a lagosta), e os univalves ou bivalves (moluscos que estão protegidos por uma ou duas conchas como é o caso do búzio ou do mexilhão, respetivamente).

Em termos nutricionais há também diferenças entre as espécies marinhas. Alguns, como o caranguejo, aproximam-se mais dos peixes gordos, enquanto outros como os moluscos (a ostra ou o mexilhão) se situam no extremo oposto pelo seu baixo teor de gordura.

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