Contrariar a obesidade genética

Siga os conselhos da fisiologista na gestão do peso Teresa Branco

A genética pode influenciar em 80 por cento a possibilidade de se ser obeso. Apesar de apenas os restantes 20 por cento estarem dependentes no nosso estilo de vida, existem muitos caos de sucesso na perda e manutenção do peso.

Ter pais obesos é um grande fator de risco de obesidade. O facto da mãe desenvolver diabetes gestacional também aumenta a possibilidade da criança vir a ser obesa. Deve fazer exercício físico, pelo menos, cinco vezes por semana.

O exercício cardiovascular como, a caminha, a corrida e andar de bicicleta são ótimos aliados. Os alimentos mais calóricos, mais gordos e mais açucarados deverão ser uma exceção e não a regra. Como a obesidade genética está associada a uma predisposição paraa hiperinsulinemia (produzir muita insulina), mais importante do que as calorias é controlar a quantidade de açúcar que se ingere, devedo evitar-se hidratos de carbono refinados, como pão, arroz branco, batata e doces.

Deve ser priveligiada a ingestão de alimentos proteicos e com gordura saudável, por exemplo, frutos secos, fiambre, carne, peixe e ovos. Uma pesoa com predisposição para ser obesa poderá conseguir ser toda a vida magra, mas terá sempre muito mais dificuldade. Deve, por isso, ser acompanhada permanentemente, porque tem uma doença crónica. Em circusntâncias menos severes, um estilo de vida adequado às suas limitações poderá ser o suficiente mas, em casos extremos, só a cirurgia bariátrica resolve esta situação.


Revisão científica: Teresa Branco (fisiologista na gestão do peso e diretora das clínicas Teresa Branco)

artigo do parceiro:

Comentários