Viatura do INEM em serviço de emergência atropela mortalmente homem em Amarante

Médico e o enfermeiro que seguiam na VMER prestaram de imediato assistência à vítima
5 de fevereiro de 2014 - 12h13



Uma viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do INEM atropelou mortalmente um homem de 55 anos, em Amarante, quando seguia para uma ocorrência em marcha de emergência assinalada, anunciou hoje o INEM.



Em comunicado, o INEM refere que o incidente ocorreu cerca das 20:30 de terça-feira, na Estrada nacional 15, perto do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa – Hospital Padre Américo.



A VMER seguia a caminho de uma ocorrência para a qual havia sido acionada e as condições meteorológicas eram “extremamente adversas, não tendo sido possível evitar o embate com a vítima, que se encontrava na faixa de rodagem”, acrescenta.



Lamentando o sucedido e apresentando sinceras e sentidas condolências à família da vítima, o INEM adianta que “as autoridades policiais tomaram conta da ocorrência e, tal como o INEM, irão proceder agora a um rigoroso inquérito, para apurar com detalhe as causas do incidente”.



Na ocasião, o médico e o enfermeiro que seguiam na VMER, bem como outros meios acionados para o local, prestaram de imediato assistência à vítima envolvida no atropelamento, mas “as manobras de reanimação não surtiram efeito”.



Logo após o atropelamento o INEM deslocou para o local uma equipa de psicólogos para prestar auxílio aos familiares da vítima, mas também à equipa da VMER, sendo que “a equipa de psicólogos continuará a prestar este apoio”.



O instituto salienta ainda que os operacionais do INEM recebem formação específica para condução de emergência em condições de segurança e procuram adotar uma postura extremamente cautelosa, recorrendo aos dispositivos que assinalam marcha de emergência desde que iniciam o trajeto em direção a uma emergência.



As viaturas do INEM dispõem de um seguro específico, que será acionado neste caso de forma a garantir “assistência à família da vítima em caso de responsabilidade civil por parte da equipa de emergência médica”.



Lusa
artigo do parceiro: Nuno Noronha

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