Universidade apresenta centro de investigação em saúde para criar empresas na Covilhã

Centro de investigação Ubimedical representa investimento de seis milhões de euros
22 de abril de 2013 - 14h03



A Covilhã deverá ser até 2015 a sede de novas empresas de tecnologias de saúde e bem-estar no centro de investigação Ubimedical, hoje apresentado pela Universidade da Beira Interior (UBI).



A estrutura representa um investimento total de seis milhões de euros e as instalações com 3.500 metros quadrados vão ser inauguradas no Dia da UBI, que se assinala a 30 de abril.



A incubação de novas empresas com criação de emprego e "impacto internacional" a partir de investigação universitária está definida no plano de desenvolvimento do Ubimedical, referiu hoje o reitor João Queiroz.



A Faculdade de Ciências da Saúde da UBI desenvolveu nos últimos anos trabalhos ao nível molecular do transporte de fármacos no organismo, criação de dispositivos médicos e sistemas de telemonitorização de doentes, entre outros.



Alguns destes trabalhos podem vir a ser novos negócios.



Todo o conhecimento produzido da universidade passa a ter no Ubimedical "uma estrutura de ligação ao mundo empresarial" onde a universidade vai também disponibilizar prestação de serviços a hospitais e firmas, destacou João Queiroz.



A partir de dia 30 de abril vai decorrer a instalação de mobiliário e laboratórios para que no prazo de um ano o edifício do Ubimedical esteja pronto a receber investigadores e novas empresas.



A estrutura está edificada ao lado da Faculdade de Ciências da Saúde da UBI e do Hospital da Covilhã.



O reitor da UBI vai propor ao conselho geral da instituição que o Ubimedical passe a ser gerido por uma associação privada sem fins lucrativos, liderada pela universidade, mas que agregue câmaras municipais e outras instituições da Beira Interior - distritos da Guarda e de Castelo Branco.



A ideia de criação do Ubimedical nasceu há quatro anos e o projeto beneficiou de fundos comunitários no âmbito do programa Mais Centro.



Lusa
artigo do parceiro: Nuno Noronha

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