Unidade de Saúde do Nordeste Transmontano regulariza situação laboral a 47 enfermeiros

Unidade local de saúde espera ainda poder vir a contar em breve com mais 19 enfermeiros
4 de fevereiro de 2014 - 14h13



A Unidade Local de Saúde de Nordeste (ULSNE) anunciou hoje que regularizou a situação laboral de 47 enfermeiros que se encontravam com contratos precários e passaram a integrar o quadro de pessoal desta instituição.



A administração da entidade responsável pela saúde no Nordeste Transmontano avançou ainda que pretende contratar “em breve” mais 19 enfermeiros, aguardando apenas autorização do Ministério da Saúde para proceder a essas contratações.



Os profissionais que agora viram a situação laboral regularizada encontravam-se a prestar serviço com contratos de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado e a sua integração no quadro resulta de um concurso público aberto já em 2010.



Para o presidente do conselho de administração da ULSNE, António Marçôa, “trata-se de uma questão de justiça e de rigor porque as contratações realizadas correspondem a necessidades permanentes de recursos humanos desta” instituição e porque estes enfermeiros “já exerciam funções, só que com sucessivos contratos a termo resolutivo certo”.



A enfermeira diretora da ULSNE, Ângela Prior, destacou a “segurança” do vínculo contratual que agora liga os profissionais à instituição e “o mérito dos mesmos, nomeadamente por serem os melhores classificados no âmbito de um concurso público para o efeito”.



Os 47 enfermeiros que agora integram os quadros da instituição desempenham funções nos 15 centros de saúde e nos três hospitais da área de abrangência da ULSNE, que se estende pelos 12 municípios do distrito de Bragança e o concelho de Vila Nova de Foz Côa, na Guarda.



Além destes 47 profissionais, a unidade local de saúde espera ainda poder vir a contar em breve com mais 19 enfermeiros, logo que consiga a autorização da tutela para o recrutamento.



O presidente do conselho de administração realçou que “se trata, de igual modo, de fazer face a necessidades permanentes no que respeita à dotação de enfermeiros nos serviços, e tendo em conta o número de aposentações que se registou”.



Estas contratações ocorrem apesar da “poupança” anunciada pela administração da ULSNE pouco depois da entrada em vigor da lei das 40 horas semanais na Função Pública.



Segundo os cálculos da administração, o aumento da carga horária anulou mais de uma centena de novos postos de trabalho nesta instituição.



Lusa
artigo do parceiro: Nuno Noronha

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