Ordem dos Médicos apela a futuro governo revisão do novo Regulamento do Internato

A Ordem dos Médicos solicitou ao próximo governo “uma nova revisão” do Regulamento do Internato Médico, afirmando esperar que o futuro executivo “tenha uma outra visão, diferente e melhor”.
créditos: TIAGO MARQUES/LUSA

Em comunicado, a Ordem reagiu assim a uma portaria publicada na quarta-feira, com o Regulamento do Internato Médico, na elaboração do qual “a Ordem do Médicos colaborou ativamente”.

No entanto, esta organização afirma que persistem “algumas situações” que vão contra os seus “princípios da transparência e da boa formação”.

Os clínicos criticam “a não inclusão de um limite máximo de 12 horas no período de prestação de trabalho normal em serviço de urgência”.

“Reafirma-se que a presença de médicos internos nos estabelecimentos de saúde e a sua integração nas equipas dos serviços de urgência tem como objetivo primordial a evolução no processo formativo, embora com a vertente predominantemente prática”.

Utilização dos internos na Urgência

Segundo o comunicado, “devem ser proporcionadas aos médicos internos, nos limites das disponibilidades, as condições necessárias a essa evolução e não sobre utilizá-los nos serviços de urgência, prejudicando a sua restante atividade assistencial e formativa, como ao nível do internamento, consulta ou bloco operatório”.

Comentários