Níveis muito elevados de pólenes no Alentejo e Algarve e elevados na Estremadura

Ausência de pluviosidade acentuada entre as causas
21 de março de 2014 - 09h22



O Alentejo e o Algarve apresentam, até 27 de março, níveis muito elevados de pólenes, enquanto a Estremadura e a zona de Lisboa terá níveis elevados, prevê hoje a Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC).



Segundo o boletim polínico semanal da SPAIC, são esperados no Alentejo e no Algarve valores muito elevados de pólenes de plátano, cipreste, azinheira, pinheiro e urtigas.



Para a Estremadura e a zona de Lisboa, os níveis elevados de pólenes destacam-se nos de plátano, cipreste, pinheiro, azinheira e urtigas.



A SPAIC aponta, ainda, graus moderados de pólenes para as regiões de Trás-os-Montes, Alto Douro, Douro Litoral, Beira Litoral, Centro e Beira Interior e valores baixos na Madeira e nos Açores.



Em Trás-os-Montes e Alto Douro, são aguardados níveis moderados de pólenes sobretudo de cipreste, pinheiro, plátano, carvalho e gramíneas.



Nas regiões de Douro Litoral e Porto, Beira Litoral e Centro e Beira Interior, os mesmos níveis predominam nos pólenes de cipreste, pinheiro, plátano, carvalho e urtigas.



Na Madeira, os pólenes encontram-se em patamares baixos, como os de cipreste, erva parietária, gramíneas e eucalipto, enquanto nos Açores são os de erva parietária, cipreste e gramíneas.



A Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica justifica a previsão com a "ausência de pluviosidade acentuada, e considerando a provável existência de aguaceiros nas regiões Norte e Centro do continente, e no arquipélago dos Açores e na ilha da Madeira".



Lusa
artigo do parceiro: Nuno Noronha

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