Níveis de pólenes vão aumentar significativamente nos próximos dias

Esperados níveis elevados a muito elevados para as regiões do sul do país
28 de março de 2013 - 11h30
A Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC) prevê um “significativo acréscimo” dos níveis de pólenes nos próximos dias, principalmente nas regiões do sul do país, segundo o Boletim Polínico hoje divulgado.
O Boletim Polínico efetua a divulgação semanal sobre os níveis de pólenes existentes no ar atmosférico, recolhidos através da leitura de vários postos que fazem uma recolha contínua dos pólenes em várias regiões do país.
“Na próxima semana [29 de março a 04 de abril], na ausência de precipitação, espera-se um significativo acréscimo dos níveis polínicos, prevendo-se, em geral, níveis moderados a elevados de pólen atmosférico para as regiões do norte do país”, adianta a SPAIC.
São ainda esperados níveis elevados a muito elevados para as regiões do sul do país e níveis baixos para os arquipélagos dos Açores e da Madeira.
O alerta da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica vai particularmente para os pólenes de erva parietária, plátano, pinheiro e carvalhos.
Para as regiões de Trás-os-Montes, Alto Douro e Vila Real, preveem-se níveis baixos a moderados de pólenes, com destaque para os de pinheiro, carvalho, gramíneas e erva parietária.
No Douro Litoral e região do Porto, os pólenes encontram-se em níveis moderados a elevados, com predomínio dos pólenes de pinheiro, plátano, carvalho e erva parietária.
Já para a região da Beira Litoral e Coimbra são esperados níveis elevados de pólenes, predominando os de pinheiro, plátano, erva parietária, carvalho e cipreste.
Na Beira Interior e na região de Castelo Branco, onde são esperados níveis baixos a elevados de pólenes, evidenciam-se os pólenes de carvalho, erva azeda, pinheiro, cipreste e gramíneas.
Preveem-se níveis elevados a muito elevados de pólenes para as regiões da Estremadura e Lisboa, onde dominarão os pólenes de plátano, carvalho, cipreste, erva parietária e pinheiro.
Para o Alentejo e o Algarve são também esperados níveis elevados a muito elevados de pólenes, com predomínio dos pólenes de azinheira, plátano, cipreste, pinheiro, ervas azeda e parietária.
Nos Açores e na Madeira, os pólenes encontram-se em níveis baixos, dominando os de cipreste, erva parietária, eucalipto e gramíneas.
Lusa
artigo do parceiro: Nuno de Noronha

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