Miguel Guimarães é o único candidado à presidência da secção Norte da Ordem dos Médicos

Recandidato Miguel Guimarães promete continuar a defender os médicos e os doentes
27 de novembro de 2013 - 14h25



O atual presidente da Secção Regional Norte da Ordem dos Médicos (SRNOM), Miguel Guimarães, apresentou hoje, no Porto, a sua recandidatura à liderança desta secção, garantindo que irá continuar a “defender os médicos e os doentes”.



Miguel Guimarães, que lidera a única lista concorrente, refere que a sua candidatura é constituída por uma equipa que alia a experiência e capacidade de trabalho dos membros que transitam de anteriores mandatos “à força, irreverência e sentido de inovação dos elementos mais jovens que agora aderem a este projeto”.



O programa de ação proposto para o próximo triénio 2014-2016 baseia-se em “pilares fundamentais” como “preservar a dignidade dos doentes e dos médicos, defender intransigentemente o SNS, as carreiras médicas e a formação médica e garantir a qualidade da medicina e dos cuidados de saúde”



“Fomentar a qualificação, a ética e a deontologia da profissão médica, fazer respeitar as competências médicas e o ato médico, assegurar o futuro dos jovens médicos e zelar pela solidariedade interpares”, são outros objetivos da candidatura.



“Não abdicamos de exercer de forma completa as nossas funções de autorregulação nas áreas da formação médica, do exercício da medicina e da ética e deontologia traduzida no exercício do poder disciplinar. Só assim é possível defender de forma plena a qualidade da medicina e dos cuidados de saúde prestados aos nossos doentes”, sublinha o candidato.



Em declarações à Lusa, o porta-voz da candidatura, o pediatra Caldas Afonso, sublinhou que no norte “cada vez há mais envolvência entre todos, não tem havido o mínimo de contestação, coisa que não acontece no centro e em Lisboa”.



“Há uma série de bandeiras, que a nosso ver vão no sentido da defesa dos doentes, que vamos priorizar na nossa intervenção junto da tutela”, acrescentou, referindo questões relacionadas com a formação médica, o exercício da profissão e a qualidade da medicina, entre outras.



Lusa
artigo do parceiro: Nuno Noronha

Comentários