Maioria dos portugueses opta por medicamentos mais caros nas farmácias

Autoridade Nacional do Medicamento divulgou os resultados de 557 acções inspetivas a farmácias
31 de outubro de 2013 - 10h42
Um estudo do Infarmed que tem por base 10 mil receitas demonstra que em 57% dos casos, os utentes não quiseram o grupo dos cinco preços mais baratos.
Este é o resultado da análise feita pela Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) a mais de 6700 registos de dispensa de medicamentos que consta no relatório da operação de inspecção que quis verificar o “cumprimento das regras de prescrição e dispensa de medicamentos estabelecidas na Lei de Prescrição por Denominação Comum Internacional (DCI)”, divulgado na quarta-feira. 
Porém, a análise não consegue responder à questão: se tal acontece por iniciativa própria ou por falta de informação sobre a existência de medicamentos mais baratos e com o mesmo princípio ativo.
O Infarmed vai promover uma campanha de sensibilização junto do público para fomentar o uso consciente e informado do direito de opção previsto na lei e que resulta na compra do medicamento mais barato.



SAPO Saúde
artigo do parceiro: Nuno de Noronha

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