INEM vai colaborar com Universidade do Porto no âmbito da emergência médica

Ideia é ainda alargar a colaboração para o ensino da emergência médica na licenciatura em Medicina
18 de julho de 2013 - 14h26



O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e o Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS), da Universidade do Porto, iniciam no próximo ano letivo uma colaboração pioneira no ensino e investigação sobre emergência médica em Portugal.



“Esta é a primeira parceria que o INEM estabelece com uma faculdade de medicina” para apostar na formação em áreas da urgência e emergência”, explicou à hoje Lusa Mariana Pizarro, das relações públicas daquele instituto.



O protocolo, já assinado em maio, vai permitir que os profissionais do INEM possam ajudar a dar formação no Mestrado em Emergência e Catástrofes, um curso que existe no ICBAS, acrescentou Mariana Pizarro.



Pretende-se ainda alargar a colaboração para o ensino da emergência médica na licenciatura em Medicina, adianta o ICBAS, em comunicado.



Está prevista também a utilização de instalações e equipamentos para fins de ensino e investigação de ambas as entidades, com vista ao incentivo de projetos e trabalhos de investigação sobre a área da emergência médica, de âmbito nacional e internacional.



Este protocolo surge do “interesse entre o INEM e o ICBAS em manter uma estreita e mútua cooperação que permita racionalizar os recursos humanos técnicos e materiais, tendo em vista um ensino e investigação mais eficazes”, explica a mesma nota de imprensa.



O ICBAS é uma unidade orgânica da Universidade do Porto com estrutura de escola universitária e centro de ensino, investigação científica, cultura e prestação de serviços à comunidade.



O INEM é o organismo do Ministério da Saúde responsável por coordenar o funcionamento, no território de Portugal Continental, de um Sistema Integrado de Emergência Médica - através do número europeu de emergência 112 -, de forma a garantir aos sinistrados ou vítimas de doença súbita a pronta e correta prestação de cuidados de saúde.



Lusa
artigo do parceiro: Nuno Noronha

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