Dor crónica é disciplina para profissionais de saúde

Protocolo inédito assegura formação a mais de mil técnicos

A Unidade de Missão para os Cuidados Continuados e Integrados (UMCCI), o Instituto Português de Oncologia de Lisboa de Francisco Gentil, EPE (IPOLFG, E.P.E.) e a Fundação Grünenthal vão assinar um protocolo de colaboração, inédito em Portugal,amanhã, dia 10 de Março, pelas 15 horas, no IPOLFG, E.P.E.

Este protocolo, com a duração de três anos, tem como objectivo principal a formação de carácter avançado, na área da dor, a cerca de mil profissionais de saúde das unidades de internamento e das equipas pertencentes à Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrado; sob a coordenação da Clínica da Dor e do Centro de Formação do IPOLFG, E.P.E.

A dor crónica é caracterizada como uma dor persistente ou recorrente, de duração igual ou superior a 3 meses e/ou que persiste para além da cura da lesão que lhe deu origem. A lombalgia crónica, a osteoartrose, as cefaleias e a artrite reumatóide são algumas das causas mais frequentes de dor crónica. Se a dor não for adequadamente tratada, a qualidade de vida das pessoas está gravemente afectada, podendo em muitos casos conduzir à incapacidade para o trabalho.

Estima-se que a dor crónica afecte cerca de 30 por cento da população portuguesa.

09 de março de 2011

Fonte: LPM Comunicação


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