Diretor-geral da Saúde frisa que Portugal teve importantes ganhos na Saúde

Francisco George fala numa "evolução positiva” com efeitos na esperança de vida dos portugueses
1 de junho de 2014 - 05h45



O diretor-geral da Saúde, Francisco George, afirmou hoje, a propósito do Dia Mundial da Criança, que é preciso ponderar "persistentmente” os ganhos alcançados na área da Saúde, que colocam “Portugal na linha da frente a nível mundial”.



“No contexto atual, no quadro do debate sobre o funcionamento e condições do Serviço Nacional de Saúde, incluindo os efeitos da crise económica na saúde dos cidadãos, há que ponderar aquilo que tem sido ganho, persistentemente, e cuja expressão tem sido agora amplamente divulgada, colocando Portugal na linha da frente a nível mundial”, afirma Francisco George num comunicado, que assinala o Dia Mundial da Criança, comemorado hoje.



O diretor-geral da Saúde destaca os ganhos nos indicadores de saúde “entendidos como cruciais para avaliar também o bem-estar” da população, como a mortalidade infantil e a esperança de vida.



Nestes indicadores verifica-se “uma evolução positiva” que traduz “o elevado grau de saúde das crianças portuguesas”.



“A esperança de vida quando se nasce continua a apresentar valores gradualmente crescentes”, refere Francisco George, apontando o aumento registado na última década de mais três anos de vida que um recém-nascido tem ao nascer.



Assim, “uma criança nascida, hoje, em Portugal, tem, em média, a probabilidade de viver 80 anos”, explica Francisco George, baseando-se em dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).



No que respeita à possibilidade de as crianças morrerem durante o primeiro ano de vida (mortalidade infantil), o diretor-geral da Saúde afirma que “os valores continuam a exibir uma tendência decrescente”.



Em 2013 morreram, em todo o país, menos crianças antes de festejarem o primeiro ano de vida, uma situação refletida pela taxa de 2,95 óbitos por 1000 nascimentos vivos.



“Trata-se de valores considerados dos melhores em todo o mundo que elevam Portugal ao topo da hierarquia do “ranking’ internacional”, salienta.



Por Lusa
artigo do parceiro: Nuno de Noronha

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