DGS defende que profissionais de escolas devem ter formação em suporte básico de vida

Traumatismos dos membros e da cabeça são as lesões mais frequentes no espaço escolar
23 de abril de 2014 - 18h00



A maioria dos profissionais de educação das escolas deve ter formação em suporte básico de vida, sugere o Programa Nacional de Saúde Escolar – 2014, colocado hoje em discussão pública.



“É importante que a escola disponha de um local próprio para primeiros socorros e que a maioria dos profissionais de educação possua formação em suporte básico de vida”, refere o documento.



A DGS lembra que, nas escolas, os traumatismos dos membros e da cabeça são as lesões mais frequentes e que a intervenção pós-acidente é um “aspeto crítico no que respeita à segurança nos espaços educativos”.



As equipas de saúde escolar devem aumentar as competências da comunidade escolar na avaliação da criança vítima de acidente e prestação de primeiros socorros.



Deverão para isso criar recursos de apoio à formação sobre primeiros socorros e suporte básico de vida (SBV).



Além dos profissionais, também as crianças a partir dos 10 anos são capazes de aprender e aplicar técnicas de SBV: “esta formação precoce reduz a ansiedade sobre os possíveis erros e aumenta acentuadamente a disponibilidade para ajudar”.



Segundo dados citados no documento da DGS, as condições do piso das escolas contribuem para quase metade dos acidentes escolares e entre 25 a 35% dos acidentes ocorrem nos recreios.



Lusa
artigo do parceiro: Nuno Noronha

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