DGS admite interrupção da vacinação contra a tuberculose, mas descarta riscos

Vacina é administrada num esquema de dose única, à nascença
14 de julho de 2014 - 16h45



A Direção Geral da Saúde (DGS) admitiu hoje que a vacinação contra a tuberculose (BCG) “pode vir a ser temporariamente interrompida por problemas de produção”, mas garantiu que esta situação “não constitui um risco para a saúde pública”.



Num comunicado que pode ser lido no site deste organismo, a DGS lembra que esta vacina é administrada num esquema de dose única, à nascença, nas maternidades e hospitais ou, excecionalmente, nos centros de saúde.



A BCG “pode vir a ser temporariamente interrompida por problemas de produção, no único laboratório que fabrica esta vacina para a Europa”, na Dinamarca.



Segundo a DGS, a empresa que distribui a vacina BCG em Portugal informou que prevê a regularização do fornecimento no fim do mês de julho.



“As crianças que não forem vacinadas à nascença serão contactadas pelo respetivo centro de saúde quando houver novo fornecimento de BCG”, acrescenta o comunicado.



Por Lusa
artigo do parceiro: Nuno Noronha

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