Cortar no açúcar faz bem ao coração das crianças

As recomendações são da American Heart Association e resultam de uma revisão científica de vários estudos científicos sobre a forma como este alimento afeta a saúde infantil.

Se o seu filho ainda não fez dois anos, não deve consumir açúcar de forma isolada ou alimentos aos quais é adicionado. Se tem entre 2 e 18 anos, só deverá ingerir, no máximo, 25 g de açúcar adicionado, o equivalente a seis colheres de chá de açúcar, repartido por «açúcar de mesa, frutose ou mel, usado no fabrico de alimentos e bebidas ou comido separadamente», realçam os especialistas. As recomendações são da American Heart Association e resultam de uma revisão científica de estudos sobre a forma como o açúcar afeta a saúde infantil.

As crianças que consomem regularmente alimentos e bebidas com açúcar têm ainda a agravante de tenderem a não comer alimentos amigos do coração, como é o caso dos vegetais e da fruta, um quadro que contribui para a obesidade, hipertensão e diabetes, que são fatores de risco da doença cardíaca. «A melhor forma de evitar que incluam açúcar adicionado na dieta é optar por alimentos nutritivos», diz Miriam Vos.

Professora de pediatria da Escola de Medicina da Universidade de Emory, nos Estados Unidos da América, esta especialista aponta como exemplos «fruta, vegetais, cereais integrais, laticínios com pouca gordura, carnes brancas e peixe». Além disso, sugere aos pais que protejam a saúde dos mais pequenos, «limitando a ingestão de produtos de baixo valor nutricional», como é o caso dos refrigerantes.

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