Chuva, vento e trovoada continuam até domingo

Regiões mais favoráveis para a ocorrência de precipitação forte são as do norte e centro
15 de setembro de 2014 - 07h28
A chuva, a ocorrência de trovoadas e o vento forte vão continuar pelo menos até ao próximo domingo, altura em que deverá registar-se uma melhoria, disse hoje à agência Lusa a meteorologista Ângela Lourenço.
De acordo com a meteorologista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), a previsão do estado do tempo aponta para continuação de aguaceiros fortes acompanhados de trovoada até ao próximo fim de semana.
“As regiões mais favoráveis para a ocorrência de precipitação forte são as do norte e centro, a partir da tarde, mas todo o território poderá ter precipitação pontualmente forte e acompanhada de trovoadas. Esta situação vai continuar”, adiantou.
Ângela Lourenço salientou que para terça-feira está prevista chuva forte logo nas primeiras horas do dia, evoluindo de sul para norte e do litoral para o interior.
“Esta situação de chuva forte vai trazer também vento com rajadas fortes. A restante semana será de chuva, em particular as regiões do norte e centro”, disse.
Segundo a meteorologista do IPMA, a situação vai continuar até sexta-feira, dia em que se regista uma ligeira melhoria, voltando depois a chuva no fim de semana.
“A tendência aponta para uma melhoria temporária, mas neste momento e com a informação que temos disponível tudo indica que até dia 20/21 (fim de semana) vamos ter precipitação”, sublinhou.
No que diz respeito às temperaturas, Ângela Lourenço diz que "não vai haver grandes alterações".
“Vamos ter temperaturas mínimas e máximas com valores semelhantes aos que temos tido, com exceção para quarta-feira, dia em que se regista uma descida de dois a quatro graus Celsius”, informou.
O IPMA emitiu esta manhã um aviso amarelo, o terceiro mais grave de uma escala de quatro, para todos os distritos do continente devido à previsão de chuva forte até às 21:00 de hoje.
O aviso amarelo pressupõe risco para determinadas atividades dependentes do tempo.
Por Lusa
artigo do parceiro: Nuno de Noronha

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