O prémio, no valor de 15 mil euros, foi lançado no passado dia 1 de junho e pretende ter continuidade anual.

Cristina Potier, diretora geral da Fundação Rui Osório de Castro, explica que “sendo o cancro a primeira causa de morte não acidental na população infantojuvenil, este prémio é um incentivo à concretização de projetos e iniciativas inovadoras nesta área, sejam eles estudos científicos, projetos de investigação, formação, projetos com impacto psicossocial, entre outros”.

O projeto vencedor será conhecido durante o 3.º Seminário de Oncologia Pediátrica, que decorre em fevereiro de 2017 na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

As candidaturas podem ser submetidas por qualquer pessoa, grupo ou entidade sem fins lucrativos, desde que o “projeto candidato seja realizado em Portugal ou, tratando-se de um estudo internacional, envolva obrigatoriamente crianças portuguesas com doença oncológica”, conclui a responsável.

Os projetos a concurso serão apreciados por um júri liderado pela Presidente do Conselho de Administração da Fundação Rui Osório, Maria Karla de Osório de Castro, e composto por António Gentil Martins, reconhecido cirurgião pediátrico, Nuno Farinha, Presidente da SHOP (Sociedade de Hematologia e Oncologia Pediátrica) e médico pediatra oncologista do Hospital de São João do Porto, Maria de Jesus Moura, Diretora da Unidade de Psicologia IPOFG de Lisboa, e Margarida Cruz, Diretora geral da Associação Acreditar.

Mais informações sobre o concurso e o seu regulamento estão disponíveis no site oficial da Fundação Rui Osório de Castro, em www.froc.pt, ou ainda através do email info@froc.pt ou do telefone 217 915 007.

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