Burla milionária ao Serviço Nacional de Saúde começa a ser julgada

Estado foi lesado em cerca de 4 milhões de euros
19 de fevereiro de 2014 - 09h38



Os 18 arguidos do processo "Remédio Santo", acusados de burlar o Serviço Nacional de Saúde (SNS) em quatro milhões de euros, começam hoje a ser julgados no Tribunal de Monsanto, em Lisboa.



Os arguidos são suspeitos de pertencerem a uma alegada rede que, através de um suposto esquema de uso fraudulento de receitas, terá lesado o SNS em cerca de quatro milhões de euros, valor reclamado pelo Estado no pedido de indemnização civil.



Entre os 18 envolvidos estão seis médicos, dois farmacêuticos, sete delegados de informação médica, uma esteticista (ex-delegada de ação médica), um empresário brasileiro e um comerciante de pão.



O médico Luíz Renato Basile é o único arguido em prisão preventiva, nove outros elementos estão com pulseira eletrónica e os restantes encontram-se em liberdade.



Lusa
artigo do parceiro: Nuno Noronha

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