ASAE mantém fiscalização e investigação ao caso de botulismo alimentar

A Autoridade para a segurança Alimentar e Económica (ASAE) está a fiscalizar a produção e a rastrear produtos para apuramento dos factos relacionados com casos de botulismo, divulgou o Ministério da Economia.
créditos: MARIO CRUZ / LUSA

Em resposta a um pedido de esclarecimento da Lusa, o Gabinete do ministro da Economia informou que a ASAE “tem vindo a desenvolver várias ações de fiscalização com incidência na produção e ainda, na rastreabilidade dos produtos, com vista ao apuramento dos factos bem à adoção das medidas cautelares consideradas adequadas”.

De acordo com a fonte, esta Autoridade continua “a desenvolver demais ações de investigação que se imponham concretizar” para esclarecer a fonte de contágio dos três casos de botulismo, uma intoxicação alimentar, alegadamente relacionados com alheiras comercializadas por uma empresa de Bragança com a marca “Origem Transmontana”.

O gabinete do ministro Pires de Lima indicou ainda que a ASAE, “no âmbito das suas competências de autoridade nacional de fiscalização de mercado na área de segurança alimentar, está a acompanhar a situação e tem vindo a efetuar diligências operacionais, em articulação com as demais entidades envolvidas na área de avaliação e comunicação de risco, para garantir a segurança e saúde dos consumidores”.

As ações em curso, além do apuramento dos factos, visam ainda a “adoção das medidas cautelares consideradas adequadas, permanecendo esta Autoridade a desenvolver demais ações de investigação que se imponham concretizar.

"Origem Transmontana” no centro da investigação

Um comunicado conjunto da Direção-Geral da Saúde, Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, Autoridade de Segurança Alimentar e Económica e Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge dava conta, no sábado, de que foram detetados este mês três casos de botulismo alimentar.

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