Apanha de bilvalves proibida em quase toda a costa portuguesa devido a toxinas

Proibição relacionada com a acumulação de que provocam intoxicação diarreica
22 de agosto de 2013 - 08h41



A apanha de bivalves está proibida temporariamente em praticamente toda a costa de Portugal continental devido à presença de toxinas, de acordo com informação disponibilizada na página da Internet do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).



De acordo com o IPMA, a proibição deve-se “à presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares”.



Assim, está interdita temporariamente a apanha e captura, com vista à comercialização e consumo, de todas as espécies de bivalves provenientes da costa entre Vila Real de Santo António e Tavira, entre Sines e Setúbal (exceto navalha, ameijoa branca e ameijola), entre Lisboa e Peniche (exceto castanhola) e na Ria de Aveiro (exceto ameijoa japonesa).



Segundo o IPMA, está também interdita, devido à “acumulação de toxinas do tipo DSP (toxinas que provocam intoxicação diarreica) produzidas por microalgas”, a apanha de mexilhão na faixa litoral de Viana do Castelo e Matosinhos, no Estuário do Tejo e na Lagoa de Albufeira,



Ainda devido à DSP, está interdita a apanha de conquilha na costa entre Portimão e Lagos.



Lusa
artigo do parceiro: Nuno Noronha

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