O medo de ficar sozinho

O medo de ficar sozinho é comum a muita gente. O não ter o outro ao pé (nem que seja apenas fisicamente, sem mais nenhum tipo de intimidade) transmite medo, insegurança e tristeza. Mas porque é que as pessoas podem experienciar isso? Porque é que a solidão tem um peso tão grande ao ponto de, várias pessoas, ficarem deprimidas e ansiosas?

Este medo da solidão não é uma coisa nova ou uma coisa que só acontece aos mais velhos. Já na fase da adolescência, este sentimento é vivido muito intensamente pelos mais jovens, principalmente com o grupo de amigos.

O sentimento de abandono ou rejeição, por parte dos outros é, indiscutivelmente, algo que perturba. Contudo, com o avançar da idade, também tem mais responsabilidades pessoais (seja no trabalho ou com a família), menos tempo para fazer actividades de que gosta e, consequentemente, o sentimento de solidão poderá tender a crescer.

Claro que cada pessoa atribui o seu próprio significado à solidão, consoante as suas características pessoais e o ambiente que a rodeia. No entanto, também é importante perceber que todos os seres humanos sentem solidão, em algum momento da vida.

As pessoas podem estar sós e não sentirem solidão, mas também podem estar acompanhadas e sentirem solidão. Portanto, a solidão é apenas um sentimento e não um estado definitivo; ou seja, pode sentir-se sozinho e muito triste hoje, no entanto, não quer dizer que também sinta isso amanhã. Os sentimentos aparecem e cada pessoa tem a sua forma de lidar com eles. Pode deixar que eles vençam e fiquem para sempre consigo ou pode dizer-lhes que não e eles vão desaparecendo.

Mas se não consegue que eles desapareçam assim, tão facilmente, siga algumas destas dicas, para conseguir vencer a solidão. Mas nunca se esqueça que o primeiro grande passo é assumir, para si próprio, que quer mudar e que irá fazer algo por si próprio, para que se sinta mais feliz.

1) Não se isole de tudo e de todos

Se está mais triste, mais ansioso ou mais angustiado e só tem vontade de ficar sozinho, não o faça. Ou, pelo menos, não o faça frequentemente. Claro que é bom ficar sozinho durante alguns momentos, pois todos nós precisamos disso; contudo, não faça disso rotina.

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