Enxaqueca e intolerância alimentar

Há quem passe parte da vida a achar que as dores de cabeça e os episódios de enxaqueca frequentes são hereditários e não têm solução

Inês Barros Rodrigues sofreu de dores de cabeça e enxaqueca desde os 15 anos de idade. Procurou as origens da sua dor com os seus médicos mas nunca descobriram a causa de tal mau estar.

“Vivi 20 anos a tomar comprimidos para as dores de cabeça diariamente. Em dias normais tomava dois comprimidos por dia, em episódios de enxaqueca recorria a medicação mais forte e assim que passava o efeito do analgésico tinha que tomar outro imediatamente.”

Quando foi mãe as dores pioraram, não se sentia apta para acompanhar algumas das atividades com os filhos.

“Apercebi-me depois dos meus filhos nascerem que as dores de cabeça começavam a afetar o meu dia a dia. Não tinha vontade de fazer nada que fizesse barulho e passava parte do tempo a dizer aos miúdos que falassem baixo, que não batessem com as coisas… Senti que estava a interferir com a liberdade deles se expressarem enquanto crianças.”

Longe de imaginar que pudesse estar relacionado com a alimentação, mas por sugestão de um amigo, a Inês realizou um teste de intolerância alimentar e jamais pensou que aqueles resultados pudessem ser o primeiro passo para mudar a sua vida.

“Confesso que quando recebi os resultados fiquei chocada. Pareceu-me quase impossível seguir uma dieta que estava a retirar tudo o que mais gostava. Mas tinha-me comprometido a ser fiel às recomendações pois só assim poderia avaliar os resultados.”

A Inês apresentou intolerâncias elevadas a: leite de vaca, ovo, fermento, soja, caju e intolerâncias mais ligeiras a glúten, cebola e mostarda . Iniciou a dieta eliminando totalmente todos estes alimentos e seguindo as indicações de substituição prescritas na consulta.

“O entusiasmo que senti por poder estar nas minhas mãos deixar de estar doente, facilitou as minhas escolhas no supermercado. Iniciei a dieta sem olhar para trás, sem cair em tentações e jamais poderia esperar que ao 4º dia não precisaria de tomar nenhum comprimido para as dores de cabeça pois não sentia nada.”

As dores de cabeça da Inês foram desaparecendo e ao mesmo tempo começou a sentir outras melhorias. Perdeu peso, algo que tanto lhe custava a perder, ganhou energia e perdeu o inchaço abdominal.

“Um dia, ao fim de três semanas de dieta e de me sentir maravilhosa, convidei amigos para jantar e trouxeram simpaticamente uns pastéis de massa tenra. Achei que devia retribuir a simpatia comendo um. Afinal que mal me poderia fazer? O mal que me senti nos dois dias seguintes foi tão grande que decidi daí em diante respeitar o meu corpo e as suas tolerâncias.”

Depois de tanto tempo de sofrimento a Inês ganhou uma nova vida.

“Recomendo esta dieta porque acredito e comprovo diariamente os seus resultados, porque mudou a minha vida para melhor e porque aprendi a escolher variedade na alimentação e prazer na descoberta de outros sabores.”

Os sintomas mais comuns associados à intolerância alimentar são inchaço abdominal, cólon irritável, fadiga, excesso de peso, enxaqueca, asma, rinite, diarreias, flatulência, acne e eczema.

Para realizar o teste de intolerância alimentar, a colheita de sangue pode ser realizada numa clínica ou em casa dos clientes, e é simples de realizar. Basta uma picada rápida no dedo para testar as reações a todos os alimentos e bebidas da dieta mediterrânica.

Para mais informações: www.yorktest.pt info@yorktest.pt
Tel.: 214 220 091

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