Como saber se está perante um bom ou um mau café?

O expresso perfeito não é para qualquer máquina. Depois de muitas medições, calibragens, comparações e provas, eis algumas regras para retirar o máximo proveito do seu café.

Um bom expresso deve ser cremoso, quente sem ser queimado e ter um aroma inconfundível. A Academia do Café explica as diferenças entre um bom e um mau café.

O expresso perfeito deve:

- Creme (e não espuma) com consistência de cor avelã;

- Provir de lotes de boas origens;

-  Resultar de uma moagem de 0,2 mm;

- Apresentar uma quantidade de 7 g por chávena;

- Ser preparado com água mineral filtrada sem calcário;

- Ser servido a uma temperatura entre os 90 ºC e os 96ºC;

- Quantidade de água: cerca de 30 ml;

- Pressão da bomba 9 kg/cm2;

- Tempo de extração: 20 a 25 segundos (se for menos não faz creme, se for mais queima).

O expresso imperfeito:

Do moinho ao filtro, passando pela manutenção da própria máquina, são várias as causas que podem fazer do café uma experiência menos boa.

Se apresenta um creme claro, pouco consistente, o problema pode estar na moagem muito grossa, no porta-filtros pouco apertado ou na insuficiente quantidade de café. A cor demasiado clara do café também pode indicar que a água está demasiado fria (inferior a 90 ºC), a pressão da bomba está muito forte ou os buracos dos filtros estão demasiado largos.

Se o creme está queimado e muito escuro, a moagem é demasiado fina, o porta-filtros está muito apertado ou a quantidade de café é exagerada. Se o problema está na máquina, verifique se a temperatura não ultrapassa os 96 ºC, a pressão da bomba é superior a 9kg/cm2 e o difusor da água está entupido.

Se há restos de café moídos na chávena, a causa pode ser uma moagem muito fina, mós gastas ou desalinhadas, buracos dos filtros largos ou café moído fora dos filtros. O difusor da água pode estar entupido ou as juntas gastas, fazendo sair o café fora dos filtros e passar para a chávena.

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