Biológico é melhor?

Os produtos agrícolas e os géneros alimentícios obtidos através deste modo de produção têm geralmente excelentes características organolépticas e nutritivas.

Diversos estudos confirmam que os alimentos biológicos são substancialmente mais saudáveis relativamente aos convencionais. 
Isto porque, citando a Associação Portuguesa de Mulheres Agricultoras, os alimentos assim produzidos “apresentam em média 63% mais cálcio, 73% mais ferro, 118% mais magnésio, 178% mais molibdénio, 91% mais fósforo, 125% mais potássio e 60% mais zinco”. Além disso, “têm níveis mais elevados de anti-oxidantes com capacidades anti-cancerígenas, estimulantes do sistema imunológico e redutores do efeito de envelhecimento”.

Como se não bastasse, “contêm 6 vezes mais ácido salisílico, substância responsável pela acção anti-inflamatória da aspirina e que ajuda a combater o endurecimento das artérias e o cancro do intestino”. Os alimentos biológicos têm ainda, em média, “maiores índices de vitamina C, minerais e nutrientes” e “contêm menos água”. Outra vantagem é que a utilização de composto e adubo orgânico contribui “para a redução de infecções por Escherichia coli e micotoxinas nos alimentos”, o que quer dizer que provocam menos intoxicações alimentares. No caso especifico dos ovos de produção biológica, aquela associação refere que contêm “em média quatro vezes mais vitamina A”.

Boas razões, pois, para optar pela agricultura biológica.

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