12 citações na cozinha que ficaram para a História

A história da cozinha está repleta de frases proferidas por figuras públicas. Palavras carregadas de verdades, ironia, lições.

Não raro abrimos o compêndio das citações e, entre aspas, apoiamo-nos nestas bengalas que são frases talhadas para a posteridade. Citamos quando queremos ter razão, quando pretendemos gerar emoção, conquistar, atrair, fundamentar.

Ao longo de séculos, o mundo da cozinha e o ato de comer também suscitaram muitas citações. Famosos como o dramaturgo Molière ou os escritores T. S. Eliot e Anthelme Brillat-Savarin, entre muitos outros históricos, deixaram algumas frases lapidares, algumas cheias de verdades, outras, confessemos, um pouco tolas:

"Adoro cozinhar com vinho. Por vezes até o coloco na comida” Julia Child's, cozinheira

“Satisfazer o apetite seria uma coisa excelente se não se perdesse a vontade de comer” - Jardiel Pondela, escritor

“Todo o gordo deve começar por fazer o dobro do exercício que faz e por comer metade daquilo que come” - Gregorio Marañón, médico

“No primeiro copo é o homem quem bebe o vinho; no segundo é o vinho que se bebe a si próprio, no terceiro, será o vinho que bebe o homem!” - Antigo provérbio chinês

“Uma humilde panela de preparar alimentos é um produto cultural no mesmo grau que um soneto de Bethoven” - C. Kluckhohn, antropólogo

“Medi a minha vida com colheres de café” - T.S. Eliot, escritor

“Se não sois capazes de um pouco de feitiçaria, não vale a pena meter-vos a cozinheiro” - Colette, escritora

“Os alemães sentam-se à mesa para comer bem e os franceses para reunir pessoas que podem ser úteis umas às outras” - Gabriel Sénac de Meilhan, político

“Os animais pastam, o homem come, mas apenas o homem de espírito sabe comer” - Anthelme Brillat-Savarin, escritor

“Uma sobremesa sem queijo é como uma mulher bonita a quem falta um olho” - Anthelme Brillat-Savarin, escritor

“A gula começa quando deixamos de ter fome” - Alphonse Daudet, escritor

“Bem comido, a minha alma de nada quer saber. E nem os maiores desgostos a conseguem comover” - Molière, dramaturgo

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