Alopecia androgénica está a aumentar em Portugal

Patologia do foro capilar já não atinge apenas os homens de forma preocupante. Elas também estão cada vez mais pelos (poucos) cabelos com o problema. Veja como travar e até reverter alguns dos seus efeitos.

Alopecia androgénica é o nome correto para designar a calvície de origem genética, um problema que também afeta muitas mulheres. Neste tipo de alopecia, a dihidrotestosterona (subproduto da testosterona) encurta a fase anagénica (crescimento) dos cabelos geneticamente sensíveis e, a cada ciclo, estes tornam-se cada vez mais finos, mais curtos e mais claros até ao ponto de não nascerem mais.

De acordo com o cirurgião plástico Biscais Fraga, proprietário de uma das clínicas que mais tem importado tratamentos e equipamentos que combatem o problema, o número de mulheres que sofre desta doença, até há uns anos um problema quase exclusivamente masculino, «está a aumentar em Portugal».

Quais as causas?

São muitos os fatores que contribuem para a queda de cabelo. Bactérias ou fungos no couro cabeludo, nutrição deficiente, desequilíbrios hormonais e doenças crónicas. No entanto, o fator genético é o mais determinante, como se verifica em cerca de 95% dos homens afetados.

Sintomas

Cabelo fino e frágil e queda de mais de 50 a 100 cabelos por dia. Nos homens, os primeiros indícios são as entradas, a falta de cabelo na zona frontal da cabeça.

Tratamento

Existem vários tipos de tratamento para a alopecia, alguns de aplicação externa, como o aminexil, e outros de administração oral, como a finasterida ou os suplementos alimentares. Para além disso, o laser, a ozonoterapia e a mesoterapia capilar têm revelado ser muito eficazes. Em último caso pode recorrer-se ao transplante capilar.

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