Os 7 medos mais comuns das crianças

Saiba quais são e como deve agir perante cada um deles

É na infância que uma série de medos se cria e se torna mais intensa, sendo que alguns deles podem permanecer a vida toda. O desafio dos pais é tranquilizar e estimular o filho a enfrentar temores reais e imaginários. É natural e esperado que as crianças sintam medo. Ele é um alerta de que algo ameaçador pode acontecer e evita que o ser humano corra riscos desnecessários. A ausência dele, em certas idades, é até preocupante: se uma criança não desenvolve o medo instintivo de altura, por exemplo, pode gatinhar até a beira da cama ou do sofá e cair.

Os medos das crianças não têm necessariamente relações objetivas com a realidade, mas é uma interpretação que os pequenos fazem dela. E os medos começam bastante cedo:

De 0 a 6 meses: Perda do amparo/ Barulhos intensos/luzes intensas

De 7 a 12 meses: Separação dos pais/ Pessoas estranhas / Imprevistos / Objetos vagos/

2 anos: Separação dos pais/ Ser abandonada pelos pais/ Barulhos / Animais / locais estranhos

3 e 4 anos: Separação dos pais/ Máscaras / Escuro / Animais /

5 anos: Separação dos pais / Animais / Pessoas más: ladrões / Dano físico

6 anos: Separação dos pais/ Seres sobrenaturais – monstros / Bruxas / Trovoadas / Dormir ou ficar sozinho / Escuro

7 e 8 anos: Seres sobrenaturais / Escuro / Ficar só / Filmes, notícias, informações transmitidas pelos media / Ofensas corporais

9 aos 12 anos: Medos relacionados com a escola: exames, professores, reprovações / Aparência física: acne, gordura / Trovoada, relâmpagos e  tremores de terra / Morte / Conflitos entre os pais

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