Um dos indicadores de pobreza duplicou em 2013 em Portugal

O risco de pobreza em Portugal aumentou de 26,0% para 27,4% entre 2008 e 2013, mas um dos indicadores – o de agregados familiares com pessoas desempregadas – duplicou no período indicado, revela o Eurostat.
créditos: PAULO CUNHA/LUSA

Segundo o gabinete oficial de estatísticas da União Europeia (UE), a taxa de pessoas com idade entre os 0 e os 59 anos que vivem em agregados familiares com muito baixa participação no mercado de trabalho (um dos indicadores de risco de pobreza) passou de 6,3% em 2008 para 12,2% em 2013, tendo a média da UE subido de 9,1% para 10,7%.

Globalmente, em Portugal havia, em 2013, 27,6% de pessoas em risco de pobreza, que comparam com os 26,0% de 2008 e acima da média da UE (24,5%).

Segundo o Eurostat, em 2013, mais de um terço da população estava ameaçada de pobreza ou de exclusão social em cinco Estados-membros: Bulgária (48,0%), Roménia (40,4%), Grécia (35,7%), Letónia (35,1%) e Hungria (33,5%).

Já os países onde o indicador é mais baixo são a República Checa (14,6%), Holanda (15,9%), Finlândia (16%) e Suécia (16,4%).

artigo do parceiro: Nuno de Noronha

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