Redes sociais estão a aumentar a competitividade e a viciar as mães jovens

Pressão online e manutenção do estatuto de boa mãe levam milhares a fazer compras e seguir tendências online

Um estudo online descobriu que um quarto das mães com idades entre os 18 e os 32 anos passa mais de oito horas por dia na Internet, sobretudo por causa do Facebook.

 

As redes sociais, como o Twitter, Pinterest e Facebook são as responsáveis pelo aumento da competitividade entre as mães de 30 e poucos anos. De acordo com a pesquisa, as mulheres nascidas a partir da década de 80 estão tão expostas às redes sociais que ficam “obcecadas por marcas e sucesso”, o que apenas aumenta a rivalidade quando o assunto é a vida materna.

 

Segundo relata o jornal britânico Daily Mail, um quarto das mães com idades entre os 18 e os 32 anos admite passar mais de oito horas por dia na Internet através de smartphones, tablets e notebooks. Quase metade, 44%, confessou ter comprado algum produto para os seus filhos depois de ter visto alguém seguir uma determinada marca nas redes sociais. Já quase dois terços, 64%, das mães nascidas a partir da década de 80 faz compras regulares online.

 

De acordo com o estudo que entrevistou cerca de duas mil mães, através do site BabyCentre, 79% admitiram usar as redes sociais nos seus smartphones diariamente, enquanto 60% compartilham fotos todos os dias.


Mais de metade, 55%, disse sentir-se influenciada pelos comentários publicados por outros pais em redes sociais.

 

“Estas mães dizem não achar a maternidade muito difícil. Algumas disseram que se sentem pressionadas a ir às aulas de natação para bebés, de canto ou de música porque, se não o fizerem, poderão ser vistas como más mães”, disse Sarah Barrett, editora do BabyCentre, citada pelo referido jornal.

 

Por SAPO Crescer

artigo do parceiro: Nuno Noronha

Comentários