Museu Nacional Ferroviário cria banco de livros escolares

O "Movimento pela reutilização dos livros escolares", criado por cidadãos, promove a criação e a divulgação de bancos de recolha e partilha gratuita de livros escolares em todo o país

O Museu Nacional Ferroviário (MNF), situado no Entroncamento, associou-se hoje ao movimento reutilizar.org e criou um banco de livros escolares nas suas instalações, anunciou o gabinete de comunicação da instituição.

O "Movimento pela reutilização dos livros escolares", criado por cidadãos, promove a criação e a divulgação de bancos de recolha e partilha gratuita de livros escolares em todo o país, com o objetivo de tornar a reutilização de livros escolares numa prática generalizada em Portugal.

Em declarações à agência Lusa, Daniela Rosário, do gabinete de comunicação, disse que o banco de livros do museu "abriu portas esta manhã com o objetivo de se associar aos esforços do movimento reutilizar.org, para disseminar por todo o país o reaproveitamento dos manuais", através de bancos de troca.

Instalado na Carruagem Auditório do Museu Nacional Ferroviário, o banco de livros do MNF visa chamar população “até às instalações de um museu que está em fase de obras de requalificação e que vai reabrir completamente remodelado no próximo mês de outubro", frisou Daniela Rosário.

A responsável disse ainda que o objetivo é recolher o maior número possível de livros escolares usados, de todos os anos de escolaridade e de todas as épocas, que estejam em bom estado de conservação, para chegar a quem deles necessita.

"Os livros recolhidos destinam-se a quem nos procurar e [o banco] é totalmente gratuito e acessível a todos os alunos, com ou sem dificuldades económicas".

Os manuais podem ser entregues e levantados na Carruagem Auditório do Museu Nacional Ferroviário de segunda a sexta-feira, das 11:00 às 16:00, sem interrupção para almoço.

O "Movimento pela reutilização dos livros escolares", que conta em Portugal com cerca de 200 bancos de livros, rege-se pelo princípio da gratuitidade total, quer dos livros, quer dos serviços prestados pelos voluntários.

Por Lusa 

artigo do parceiro: Nuno Noronha

Comentários