Estudo revela como a tecnologia alterou o modo como os adolescentes namoram

O estudo americano "Teens, Technology and Romantic Relationship's" demonstra como as redes sociais e os telemóveis, mudaram a forma como adolescentes entre os 13 e os 17 lidam com as relações amorosas

O estudo americano "Teens, Technology and Romantic Relationship's" demonstra como as redes sociais e os telem

Este estudo revela como o digital é uma parte importante na forma como os adolescentes se conhecem, namoram e acabam os namoros.

Apesar de os encontros amorosos serem feitos fora do universo digital, a realidade é que as redes sociais e outras plataformas online são usadas como ferramentas de sedução e representam um papel importante na forma como os adolescentes comunicam com os seus potenciais parceiros amorosos.

Trinta e cinco por cento dos adolescentes confessaram que apenas começaram a namorar com pessoas que conheceram offline. Mas 24% dos adolescentes que já namoram, iniciaram uma relação amorosa com outra que conheceu pela primeira vez online.

A tecnologia serve, essencialmente, como o ponto de partida para início de relação ou sedução. Cinquenta por cento dos adolescentes revelaram que se tornaram amigos de outros no Facebook, apenas como forma de demonstrar o seu interesse amoroso. Os emojis são também uma maneira de revelar esse mesmo interesse, sem o uso de palavras, como por exemplo os corações, tornando mais fácil a comunicação e sedução.

Os que nunca estiveram numa relação sentem-se mais confortáveis em demonstrar pessoalmente o interesse numa outra pessoa (39%), fazer amigos nas redes sociais (37%), interagir nas redes sociais (34%) ou partilhar coisas engraçadas nas redes sociais (31%). Pelo contrário, dos que já namoram, 63% confessou que gosta de enviar mensagens românticas à pessoa na qual estão interessados e 23% já enviou fotografias sexy ou vídeos.

O estudo demontrou que as raparigas acabam por ser mais assediadas online do que os rapazes. Trinta e cinco por cento de raparigas adolescentes já bloquearam ou deixaram de ser amigas de um determinado rapaz
por causa de assédio. Pelo contrário, apenas 16% dos rapazes tiveram de o fazer.

As redes sociais revelaram também ser um facilitador para os rapazes no que diz respeito ao romance, com 65% contra 52% das raparigas.

artigo do parceiro: Susana Krauss

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