Empresários atribuem 17 bolsas a escolas, associações e alunos

A associação EPIS - Empresários pela Inclusão Social - atribui hoje 17 bolsas, no total de 27.600 euros, a escolas e associações que se distinguiram por boas práticas de inclusão social, e a alunos pelo sucesso alcançado em programas de recuperação.
créditos: LUSA

As “Bolsas Sociais EPIS - Escolas de Futuro 2014”, que serão entregues numa cerimónia no Museu da Eletricidade, em Lisboa, premeiam escolas que se destacaram por “boas práticas de promoção da inclusão social de jovens” e alunos que estavam em risco de abandono escolar e se “transformaram em bons alunos”, disse à agência Lusa o diretor da associação, Diogo Simões Pereira.

Desde 2011, ano em que foram atribuídas pela primeira vez as Bolsas Sociais, a taxa de sucesso escolar média do programa é de 94%, o que revela “um bom desempenho dos alunos selecionados”, refere a EPIS.

Diogo Simões Pereira explicou que “o objetivo é premiar sempre o mérito das escolas e dos alunos, mas sempre com a dimensão social da promoção da inclusão social”.

Este ano, “vamos atribuir cerca de 20 bolsas em diversos formatos e estamos a premiar desde escolas, do norte, centro e sul do país, instituições sociais que se dedicam ao trabalho com jovens” e um conjunto de alunos acompanhados pela EPIS que tiveram boas notas e terão bolsas para o ensino secundário e ensino superior.

Uma das associações premiadas foi a recém-criada Academia do Johnson, que tem como inspiração a história de vida difícil do seu fundador, João Semedo Tavares, que usa a sua experiência para “ajudar e capacitar os jovens para fazerem boas escolhas”.

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