Desporto para idosos abrange 350 utentes de 16 instituições em Coimbra

O programa de desporto social para a terceira idade promovido pela Câmara de Coimbra envolve este ano cerca de três centenas e meia de pessoas de 16 instituições.

Os cerca de 350 idosos abrangidos pelo programa são utentes de 16 instituições privadas de solidariedade social (IPSS) do concelho, disse o vereador da Câmara Municipal Carlos Cidade, que falava na sessão de apresentação do programa, hoje de manhã, na Casa das Associações de Torre de Vilela.

A iniciativa, denominada Compromisso com o Desporto Social/Atividade Física para a Terceira Idade, visa essencialmente proporcionar aos utentes daquelas instituições “atividades físicas em meio aquático e terrestre”, para “melhorar a condição física e psicológica dos idosos, beneficiando o seu relacionamento social e a sua autoestima”.

A Câmara disponibiliza, para isso, equipamentos e técnicos especializados para orientarem e acompanharem as atividades dos utentes aderentes, em três piscinas do município ou, no caso de práticas desportivas fora de água, nas instalações das respetivas IPSS.

“Num tempo de grandes dificuldades” para muitas pessoas e instituições, “trata-se de colocar a Câmara ao serviço desta faixa etária da população, que, de outro modo, muito dificilmente conseguiria ter acesso a este tipo de iniciativa”, sintetizou, na sessão de apresentação do programa para a época 2014/15, Carlos Cidade, vereador responsável pelo pelouro do desporto.

Na época anterior, o programa abrangeu cerca de duas centenas de utentes de IPSS, o que significa que se registou, este ano, um “aumento significativo” de adesões ao projeto.

Mas o programa ainda envolve “uma percentagem muito baixa” das instituições de solidariedade social e respetivos utentes do concelho, reconheceu o vereador da Câmara de Coimbra com o pelouro da Ação Social e Família, Jorge Alves, que também participou na sessão.

O Compromisso com o Desporto Social/Atividade Física para a Terceira Idade, que assume particular importância para as freguesias mais distantes do centro urbano, “tem uma enorme margem de crescimento”, isto é, são ainda muitas as instituições e os utentes do concelho que não participam na iniciativa, sublinhou Jorge Alves.

artigo do parceiro: Nuno de Noronha

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