Cosméticos infantis estão mais seguros

Substâncias que provocam alergias cutâneas eram, até há bem pouco tempo, integradas na formulação de produtos para bebés e crianças. Veja o que mudou…

À semelhança dos cosméticos que as grávidas usam, também os que são aplicados nas crianças exigem regras específicas para as proteger e salvaguardar. A Comissão Europeia aprovou, no final de Setembro de 2014, medidas que restringem o uso de conservantes usados em cosméticos, mas os sinais dessas alterações só agora se começam a fazer sentir. Estas são as principais alterações que os produtos atualmente no mercado apresentam:

- Produtos para a zona da fralda

Nestes produtos (não enxaguados), usados em crianças até três anos, foi proibida a utilização de propilparabeno e butilparabeno. A sua concentração máxima permitida também diminuiu (passando para 0,14%) quando utilizados noutro tipo de cosméticos. Esta alteração foi, no entanto, apenas aplicável após 16 de abril de 2015.

- Cremes de corpo

A mistura de dois conservantes, o metilcloroisotiazolinona e o metilisotiazolinona (MCI/MI) presente em produtos não enxaguados, foi banida de forma a reduzir o risco e a incidência de alergias cutâneas. Esta mistura continua a poder ser utilizada em produtos enxaguados (champô, gel de duche), com uma concentração máxima de 0,0015 % e um rácio de 3:1 de MCI/MI. Esta alteração só entrou, todavia, em vigor após 16 de julho de 2015.

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