Ciência Viva no Verão começa com atividades na praia, no campo e no "espaço"

É a 19.ª edição da “Ciência Viva no Verão”

Mais de 1.600 atividades gratuitas para toda a família ficam disponíveis esta semana no programa “Ciência Viva no Verão”, como visitas à Ponte de 25 de abril, aos castelos e faróis ou observação de aves e arribas.

 

O programa é lançado na quarta-feira, em Peniche, e decorre todos os anos entre 15 de julho e 15 de agosto.

 

Observação das aves das Berlengas, visitas ao Centro de Recuperação do Lobo Ibérico, atividades nas praias e observações astronómicas fazem parte do programa anunciado pela Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica.

 

O programa conta já com mais de 17.000 inscrições, segundo a organização, que promete começar com uma atividade dedicada ao peixe e às espécies mais populares em Portugal, incluindo o lançamento de um catálogo e a presença de investigadores da área dos recursos marinhos.

 

É a 19.ª edição da “Ciência Viva no Verão”, realizada anualmente em colaboração instituições científicas, autarquias, associações e empresas.

 

As saídas de campo abrangem as áreas de astronomia, biologia, geologia, engenharia, castelos e faróis de Portugal, sendo o mar o destaque deste ano.

 

Numa ida à praia, será possível aprender porque desabam as arribas através de uma lição de geologia e tectónica, no Algarve, por exemplo.

 

Neste caso, será feita uma descrição das falésias da Praia da Rocha e explicados os princípios básicos da geologia, da tectónica de placas e da evolução geodinâmica do território continental português, a cargo do Departamento de Geociências da Universidade de Évora.

 

Haverá também encontros frente ao mar, com equipas de especialistas da Universidade de Lisboa que vão mostrar como a ação do oceano na costa portuguesa tornou essencial a discussão sobre o nosso futuro, no âmbito do projeto “Sea for Society”.

 

“Num moliceiro, à descoberta das margens da Ria de Aveiro” é outra atividade possível, com a participação da universidade local e destinada a conhecer um ecossistema considerado rico do ponto de vista geológico e da biodiversidade.

 

Por Lusa

artigo do parceiro: Nuno Noronha

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