Maior segurança na água

Em muitos países europeus, o afogamento é a primeira causa de morte em crianças com menos de 13 anos. Veja todas as recomendações que deve seguir para o evitar

Um quarto dos acidentes domésticos infantis acontece no exterior de casa. Em jardins, em terraços, em varandas e em piscinas, lagos e tanques. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o afogamento é a segunda causa de morte acidental em crianças e jovens na Europa. Estima-se que mais de 80 por cento dos casos poderiam ser evitados. Para que se possam reduzir estes números, a Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI) sugere:

- Não perca a criança de vista quando está perto da água, mesmo que saiba nadar.

- Escolha praias e piscinas vigiadas.

- Coloque auxiliares de flutuação à criança, nomeadamente braçadeiras em águas paradas, pouco profundas e translúcidas e coletes de salva-vidas em águas agitadas, turvas ou profundas.

- Não deixe uma criança de três ou quatro anos sozinha na banheira. Bastam dez segundos para que fique submersa.

- Após a utilização, despeje de imediato a água de baldes, alguidares e banheiras.

Pelo sim, pelo não, além de todos estes cuidados, pode também recorrer aos novos fatos de banho com boias incorporadas que têm vindo a surgir no mercado nos últimos anos, como é o caso dos modelos Baby Flosi Suit, à venda nas lojas Imaginarium.

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