A importância de filtrar os conteúdos a que o seu filho acede na internet

Um estudo da Universidade de Malta revelou que uma grande percentagem de pais e educadores não monitoriza os sites que os seus educandos visualizam. Saiba quais são os cuidados a ter.

Graças à internet, podemos obter qualquer informação à distância de um clique. A world wide web transformou-se numa ferramenta que ajuda as crianças a aprender, ajuda-as a fazer os trabalhos de casa e, para além disso, diverte-as. Infelizmente, também tem um lado mau! O excesso de tempo de utilização, os conteúdos inadequados e os contactos com pessoas desconhecidas através dos chats, uma situação que pode estar na origem de abusos e até de fugas casa, como já sucedeu.

Três investigadores da Universidade de Malta apresentaram, em setembro de 2015, um estudo europeu intitulado «Internet, utilização das crianças e perceção dos pais», que revelou dados preocupantes. Em média, 42% dos progenitores referiram que os filhos acediam regularmente à internet quando, na realidade, o hábito foi assumido por 59,8% das crianças inquiridas. Cerca de 6,1% dos pais revelou não fazer qualquer monitorização à atividade dos filhos.

56,5% dos inquiridos entre os 8 e os 15 anos usa regularmente o Facebook, tendo 38,6% admitido ter mentido na idade para criar um perfil. Para evitar situações abusivas, a melhor solução será instalar sistemas de filtragem no computador, que não deixem passar páginas com conteúdos menos convenientes. Ainda assim, lembre-se que é importante saber o que o seu filho faz enquanto está no computador:

- Sente-se com ele e diga-lhe para lhe mostrar as páginas que costuma visitar, sem ser demasiado invasivo.

- Ensine-o a nunca transmitir os seus dados pessoais.

- Estabeleça limites razoáveis ao tempo que passa em frente ao computador e aos conteúdos da internet.

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