Amamentar evita cancro da mama

Em 2013, uma equipa de investigadores internacionais relacionava o aleitamento materno com a prevenção da doença, uma informação que novos estudos vieram comprovar

Muitas mulheres optam por não fazê-lo mas são cada vez mais os que defendem as virtudes da amamentação. Em 2013, um estudo publicado na revista Archives Of Internal Medicine comprovou, pela primeira vez, que amamentar um filho protege as mulheres que têm antecedentes familiares de cancro da mama. Os investigadores da Harvard University e do Brigham and Women’s Hospital concluíram que a amamentação, num grupo de mais de 60 mil mulheres, reduziu o risco de se vir a sofrer desta doença em 59 por cento.

Mais recentemente, já em 2015, um grupo de especialistas internacionais chegou a conclusões que comprovam essa teoria. Já referido em várias conferências internacionais, esse relatório garante que o risco de cancro da mama diminui em 3% depois de um período de aleitamento de cinco meses. A taxa sobe para 4,3% quando o tempo de amamentação sobe para um ano. A mesma investigação refere que, em contrapartida, o excesso de peso e de gordura e o consumo de álcool potenciam a doença.

Sinais de alerta a que deve estar atenta:

- Dores nos seios ou seios com um aspeto maior do que o normal antes da menstruação

- Nódulos duros indolores

- Retração da pele ou do mamilo

- Aumento excessivo de um seio apenas

- Possíveis úlceras na pele

- Nódulos duros e visíveis na zona da axila

- Novos nódulos

- Uma depressão da pele ou do seio

- Um corrimento do mamilo

A realização regular do autoexame da mama é uma das melhores estratégias preventivas que pode adotar para controlar o possível aparecimento de nódulos nos seios e nas axilas. Para saber como deve proceder, veja a galeria de imagens com o passo a passo a implementar.

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