Sofia Fernandes

Entrevista com Sofia Fernandes A jornalista da SIC está a ultimar os preparativos para o casamento que vai realizar-se em setembro num local muito bonito perto de Lisboa. O destino da lua-de-mel também já está escolhido, mas os noivos só revelam um ingrediente essencial para a escolha, a proximidade da praia. Sofia Fernandes nunca mais esquece o pedido de casamento numas mini férias em São Paulo, em pleno parque Ibirapuera, quando se sentaram num banco de jardim frente a um lago: "foi simples, e perfeito!", recorda nesta entrevista.

Vai casar-se em setembro com o seu namorado da adolescência. Uma paixão que dura há mais de 20 anos, só pode ser o homem da sua vida! Está feliz?
Vou-me casar no dia 30 de setembro com aquele que é o homem da minha vida... com um homem que conheço bem, cujo carácter admiro e me faz muito feliz! A Sofia tem 34 anos e o José Barbosa, 38. Ter filhos é um projeto de vida que ambos partilham?
Claro que sim... não sabemos quando, mas temos a certeza que vai acontecer! O seu casamento vai realizar-se onde?
Posso dizer que é perto de Lisboa e é um sítio muito, muito, bonito... Tem muitos convidados, ou é uma cerimónia íntima só para a família mais próxima?
É uma cerimónia com as pessoas que mais gostamos, família e muitos amigos... por isso, tivemos alguma dificuldade em reduzir a lista! (risos) Já escolheram o destino para a lua-de-mel?
Já, mas não teria graça revelar já. Posso adiantar um ingrediente que foi essencial para a nossa escolha: praia! É verdade que o José a pediu em casamento numas férias românticas no Brasil? Quer recordar como foi?
O pedido, inesperado para mim, aconteceu numas mini férias em São Paulo, em pleno parque Ibirapuera, quando nos sentámos num banco de jardim frente a um lago... foi simples, e perfeito! A Sofia também é licenciada em Direito, tal como o seu futuro marido. Tirou o curso por pressão familiar?
Fui para Direito por alguma influência conservadora do meu pai que sempre achou que podia ser jornalista com o curso de Direito (na altura dava-me o exemplo da Margarida Marante ou da Judite Sousa). Custou-me um bocadinho, mas reconheço as vantagens de uma formação mais abrangente. Quando descobriu que o jornalismo é a sua vocação?
Desde sempre adorei escrever e ler... por isso, aos 17 anos, decidi que era esse o meu caminho. Sente-se realizada com o seu percurso profissional?
Sou feliz na minha profissão, e, mesmo se ganhasse o Euromilhões, não gostaria de parar de trabalhar. Provavelmente exploraria outras áreas da comunicação que ainda não tive oportunidade de fazer. Sinto que ainda posso fazer muito mais, por isso gosto muito de novos desafios. Atualmente é repórter do programa da SIC, E-Especial. Qual foi o momento mais divertido do programa?
São muitos... Mas durante vários meses o Diogo Morgado resolveu brincar com a minha bijutaria e inventar os maiores disparates nas entrevistas. Resultou numa peça de pura descontração! Qual foi o momento mais inesquecível que viveu na SIC?
Provavelmente foi o 11 de Setembro, quando ainda era estagiária da SIC Notícias, apanhada numa avalanche de informação. Não saí da redação, mas senti-me muito viva e útil no meio de todo aquele stress e exigência. Qual foi a melhor revelação que lhe fizeram?
Infelizmente, por notícias recentes, uma das melhores entrevistas que fiz foi com o Angélico Vieira. Foi reveladora, intimista e surpreendente. Já perdeu mais de 20 quilos a fazer dieta. É uma mulher determinada?
Dieta é uma "religião" que sei que tenho de ter toda a vida. Nem sempre é fácil, mas nisso e noutras áreas da minha vida, considero-me determinada... às vezes, até a deslizar para a teimosia! O que a enternece na vida?
O amor genuíno, o carinho, a generosidade, os grandes gestos para com o próximo. E o que lhe arranca uma gargalhada?
Muita coisa... sou de sorriso fácil e gosto de viver a vida a sorrir. O que a desespera?
A inveja, a maldicência, o mau humor, o queixume constante... O que seria capaz de fazer por amor?
Depende do tipo de amor, por um filho, acho que tudo! O que não suporta nos homens?
Não acho que exista uma característica comum ao género que seja insuportável. O que mais gosta em si?
A alegria de viver. A vida é para levar com otimismo?
Claro que sim! Quando se irrita dá um murro na mesa, ou conta até três e nunca perde a cabeça?
Odeio violência ou sinais dela mas fico com uma cara muito fechada e assustadora (para quem me conhece). Um político de referência?
Jean Monnet, pela visão da construção da Europa como União. A sua máxima de vida?
Ser o mais feliz possível todos os dias. Uma paisagem inesquecível?
A única que me faz esquecer tudo: no fundo do mar, corais e peixes lindos: Sharm el Sheikh, no parque de Ras Mohamed. Um vício confessável?
Cigarros (para abandonar, um destes dias!!!) A pessoa mais importante da sua vida?
Não existe uma, são pelo menos quatro! Uma palavra?
Uma das mais bonitas em português: Saudade! Um livro?
Cem anos de solidão. Um filme?
E tudo o vento levou... Um restaurante?
XL, continua a ser o meu mais que tudo em Lisboa! Um prato?
Arroz de tamboril ou arroz de lingueirão. Cozinha para os amigos?
Sim! Adoro, embora seja, por vezes, difícil com a falta de tempo!

artigo do parceiro: Top Fama

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