Bruno Rosendo

Entrevista com Bruno Rosendo Faz este ano uma década que Bruno Rosendo chegou, viu e venceu no mundo da moda. Tudo começou com num concurso e, "a partir daí, foi sempre em frente." Com 27 anos, já desfilou para as mais conceituadas marcas nacionais e internacionais e foi fotografado para as principais revistas da especialidade. Passa o tempo entre Lisboa, Paris, Milão e Barcelona, mas é em Portugal que tem o coração.

O Bruno está a comemorar 10 anos de carreira. Ainda se recorda como tudo começou?
Recordo mais ou menos, tudo começou num concurso organizado pela DXL em que ganhei, e que a partir daí, foi sempre em frente.
Nesta década qual foi o momento mais marcante?
Foi sem dúvida o 11 de Setembro pelos piores motivos.
Se não fosse manequim hoje seria...
Pelo caminho que ia provavelmente ia ser um engenheiro informático ou gestor.
Foi nomeado pela quinta vez consecutiva para os Globos de Ouro, prémio que venceu o ano passado. Os Globos têm algum significado especial para si?
O significado para mim dos Globos é que o meu trabalho é reconhecido e apreciado, e isso, é muito gratificante para mim.
Com tantos trabalhos fora do país, acaba por conseguir fixar residência em algum lado?
Sim, claro, a minha residência é sem dúvida em Portugal.
E entre tantas viagens há tempo para namorar?
Tenho sempre tempo para namorar, tenho uma relação longa e forte e que me dá a energia necessária para estar com força neste trabalho.
Como faz para matar saudades dos familiares e amigos?
Os familiares e amigos estão sempre presentes na minha vida.
O que faz para ocupar os tempos livres?
Golfe, escalada, yoga, ginásio e poker.
Vai participar no torneio de poker que se realiza este fim-de-semana no Casino Estoril. Como começou esta aventura pelo mundo das cartas?
Primeiro, queria agradecer a Bwin por me dar esta oportunidade de participar neste torneio de poker. Comecei a jogar poker com amigos e a partir daí fui-me interessando pelo jogo.
O Poker é uma actividade viciante?
Claro, o poker como todas as coisas são viciantes, tudo depende como esse vício interfere na tua vida.
Preocupa-o a actual situação do país? Sente que faz parte da tal "geração à rasca"?
Estou um pouco preocupado com a situação do país mas não só, estou preocupado com o mundo. Se chamam assim a esta geração então sim pertenço a ela, sem dúvida.
O que gostaria de fazer se algum dia deixar de ser manequim?
Gostaria de experimentar fazer muitas coisas.

artigo do parceiro: Top Fama

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