Santiago de Compostela

O que visitar, onde ficar e o que comer

Caminhar é quase sinónimo de Santiago de Compostela,
pois é desta forma que aqui chegam muitos
dos peregrinos vindos de todo o mundo.

Falar de Santiago de Compostela é falar na sua famosa catedral,
Património Mundial da Cultura. É uma mescla de
estilos de arquitectura (românica, gótica, renascentista
e barroca) e lá que está sepultado o apóstolo
Santiago, que tantos peregrinos traz à capital da
Galiza.

Perca-se nas ruas que vão dar
à praça da catedral, entre nas diversas igrejas e não
deixe de visitar o Museo das Peregrinações, o Museo
Catedralicio e o Museo do Pobo Galego. Se é apreciador de gastronomia local, não pode deixar de ir ao restaurante Filigrana, onde os produtos galegos ocupam lugar de destaque na ementa.

Actualmente, a
empanada galega é presença constante
nas entradas, tal como a crema
de coletus bajo costra de hojaldre,
micuit casero con chutney de higos y
tostas de pan de mollete. Como prato
principal, prove o bacalao al horno
en costra de broa ou o solomillo de
vaca com patata reventona al horno.
E, para terminar em beleza há que
provar a doçaria. Filloa caramelizada
rellena de arroz con leche meloso ou
milhojas caramelizado con crema a la
vanilla são autênticas delícias. Já na
Q Cafetaria, que se assemelha a um
bistrot francês, dominam as tapas de
enchidos e de queijos.

Ao fim do dia, e se pretende pernoitar por esta zona, sugerimos-lhe que escolha a Quinta da Auga, uma propriedade reabilitada pela proprietária, a arquitecta
Luisa García Gil. Aproveite para
andar a pé e aprecie a natureza no Camino del rio, no Camino del Canal
e no Paseo Fluvial, os dois primeiros dentro da propriedade da quinta.

Trata-se de um hotel de charme
com preocupações ambientais. Não há ar condicionado
e há um sistema de micro-geração energética que usa a
geotermia, solos radiantes e painéis solares.

Quando se fala com a
arquitecta, percebe-se que
nada foi deixado ao acaso.
Toda a decoração tem o seu cunho pessoal, com obras
de arte, mobiliário clássico mas também contemporâneo.
Os 45 quartos são todos diferentes e todos eles
contam uma história, num local que iniciou a sua
no século XVIII. O acolhedor salão é marcado pelo
agradável cheiro a lareira e por livros antigos.

Na zona exterior, a
cascata que no passado fazia mover a mó que estendia
o papel, os canais de água e o rio compõem a banda
sonora deste hotel e que entra por ele a dentro mal se
abre uma janela e, aqui está o porquê do seu nome, ou
não estivesse a chamada auga presente em todo o lado. Quanto ao preço, este situa-se a partir do 150 €, em quarto duplo.

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