Vera Xavier trabalha com o Tarot desde 2002. Terapeuta de Desenvolvimento Pessoal, Coaching, Reiki, Cura Quântica. Ministra cursos de Tarot, Meditação e Reiki Magnificado. Consultas online em www.tarotdeisis.com ou presencial em Lisboa, Porto, Coimbra, Leiria e Funchal

23 de Novembro de 2014

5 de Espadas

Os seus actos recentes podem agora ser avaliados, e aqui talvez valha a pena fazer um exame de consciência para perceber se tem agido bem com o mundo e consigo próprio.

17 a 23 de Novembro de 2014

5 de Copas

Em relação a qualquer coisa nunca digas: «Perdi-a»; diz, ao contrário: «Devolvi-a». Morreu-te o filho? Devolveste-o. Morreu-te a mulher? Devolveste-a. O teu campo foi roubado? Foi também devolvido. Mas quem o roubou é um miserável? Que te importa por quem o retirou aquele que to dera? Enquanto te deixam tais bens, toma conta deles como de um bem que pertence a outrem, como fazem os viajantes numa hospedaria. (Epicteto)

Não somos donos de nada e de ninguém! Somos companheiros de viagem com ajudas pelo caminho que, quando deixam de fazer sentido, seguem o seu próprio rumo. Se esse caminho não coincide com o nosso para quê forçar?

O que o Tarot lhe quer transmitir é que existem momentos na vida em que a perda é inevitável, já que cada um tem o seu próprio caminho para percorrer. Por outro lado, também não nos podemos esquecer que o ser humano só aprende a dar valor ao que tem quando o perde.

São esses momentos de aprendizagem que nos ensinam como devemos agir da próxima vez de forma a evitarmos a dor numa nova eventual perda. Aprendemos então a não colocar em situação de risco os nossos bens, o nosso emprego, a sermos mais tolerante nos nossos amores, família e amizades. Tudo seria bem diferente se nós, em vez de pensarmos em tudo o que não possuímos, do tipo: “como seria se fosse meu?”, começássemos a pensar com mais frequência “como seria se eu o perdesse?”.

O 5 de Copas tem algumas semelhanças com o arcano maior A Morte, já que nos aconselha a pôr de lado as dependências e a não ter medo de algo que poderá, a seu tempo, vir a ser substituído por outra coisa. Não tente impedir a mudança pois poderá apenas torná-la mais dolorosa e deixe que a vida tome o seu rumo.