A PNL fundamentada pela Neurociência

Em PNL trata-se das bases sensoriais da comunicação e dos aspetos neuronais subjacentes, da base das relações humanas designada em PNL como “rapport” e fundamentada hoje em dia pela descoberta dos neurónios de espelhamento,

Neurónios artificiais imitam células do cérebro humano

Um dos três criadores da Programação NeuroLinguística, Richard Bandler afirma que embora esta nunca pretendesse ser uma ciência, toda a nova investigação que possa apoiar a PNL é bem-vinda. Muitas pessoas precisam destas “provas” para darem uma oportunidade à PNL.

Encontramos em PNL todo um conjunto de axiomas à volta do funcionamento da mente e sobretudo ferramentas para aplicação prática. A neurociência nos últimos 10 a 15 anos parece estar mesmo a fornecer as tais “provas” científicas para o que em PNL se vem afirmando desde o seu início nos anos 70 do século passado.

Em PNL trata-se das bases sensoriais da comunicação e dos aspetos neuronais subjacentes, da base das relações humanas designada em PNL como “rapport” e fundamentada hoje em dia pela descoberta dos neurónios de espelhamento, da criação de mapas individuais mentais e da sua transformação que se fundamenta hoje no que é conhecido como a neuroplasticidade do cérebro, dos aspetos inconscientes que formam a base das nossas crenças e ações, do papel das emoções na tomada de decisões, do tema do prazer e da dor ligados diretamente às características fundamentais do funcionamento do cérebro, etc.

Todos os que tiveram contacto com PNL podem constatar em si e nos outros a sua eficiência. É bom presenciar agora o desenvolvimento das ciências humanas atuais e sobretudo a neurociência que nos permite perceber cada vez melhor “como” e “porquê” a PNL funciona.

José Figueira
Trainer de PNL
Diretor de Formação em PNL-Portugal

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