Era uma vez... A minha pessoa!

Para todos os eternos românticos que ainda resistem em dar inicio ao seu processo de cura no que toca à expectativa de encontrarem a sua "cara-metade" ou uma perfeita-história-de-amor-para-sempre, deixo algumas questões que me apanho tantas e tantas vezes a abordar e a repetir.

Curiosamente vou observando ou melhor ouvindo, ou mais correctamente ainda, sentindo uma idêntica melodia depressiva cantada por todos, apenas em tons e instrumentos diferentes.

Os que estão acompanhados queixam-se de que "o outro" não é-faz-diz-pensa-acredita-preenche o que lhes falta.

Os que estão sozinhos queixam-se que não têm ninguém que seja-faça-diga-pense-acredite-preencha o que lhes falta.

Conclusões?!

Sim, muitas queixas e todos em falta!

Não será a carência então a doença mais comum ao ser humano?

Onde afinal aprendemos ou nos ensinaram que a cura para a carência está algures fora de nós?

Quem nos vendeu afinal o conceito de que alguém nos “deve e não nos paga” ao ponto de acharmos que temos o direito de exigir, cobrar e reclamar servidão, atenção, gratidão ou reconhecimento seja de quem for??

Quem são as nossas referências quando precisamos de nos inspirar em alguém que já superou essa tão persistente, invisível e desconfortável moléstia de que todos padecemos?

Veja na próxima página a continuação do artigo

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