Ode aos tristes

Bem haja aos que nos deitam abaixo.

Bem haja aos que constantemente nos testam as nossas reações, que nos provocam ao limite, que nos picam nas feridas e nos fazem disparar o que ainda de pior há em nós.
É nesses momentos que é trazido à Luz tudo o que ainda vivia no escuro. Tudo o que ainda nos condicionava e impedia de viver uma vida livre e abundante. Tudo o que estava preso nas nossas catacumbas.

Bem haja aos negativos que nos permitem ver de fora o que não mais queremos para nós. Bem haja aos pessimistas que nos permitem reforçar a esperança e a Fé em acreditar que tudo vale a pena ser vivido com um sorriso e que algures, alguém está a preparar um desfecho melhor.

Bem haja aos céticos que nos relembram o tempo em que também nós vivemos no escuro, na descrença, naquele “breve” momento da nossa história espiritual em que desligamos da fonte pois o ceticismo também é algo a experimentar em todo o leque de sensações possíveis.

Bem haja aos arrogantes que nos ajudam a manter o foco nos que é realmente importante e nos testam o centro ao limite.

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